O surf nasce da relação com a natureza. O mar e a praia são o palco de tudo, por isso quem vive esse estilo de vida tem um papel importante na proteção do oceano.
Mesmo assim, o surf também deixa marcas no meio ambiente. Resíduos jogados no lugar errado, sujeira que acaba no mar e materiais difíceis de descartar fazem parte desse impacto.
Marcas e surfistas dividem uma mesma responsabilidade: proteger o ecossistema que move o esporte. Isso vale tanto para a maneira como os produtos são feitos quanto para as escolhas de quem está na água.
Por isso, este conteúdo percorre toda a jornada, da produção ao descarte, mostrando como cada atitude influencia a saúde do planeta.

O impacto ambiental da indústria do surf
A produção de equipamentos de surf tem um peso forte no meio ambiente. Muitos itens usados no esporte passam por processos que consomem energia, usam químicos tóxicos e liberam microplásticos no oceano.
Mesmo sendo um esporte sinônimo de liberdade, a indústria por trás dele ainda tem um impacto grande. Pranchas, roupas de neoprene e acessórios passam por etapas que deixam resíduos e emissões no caminho até o surfista.
Segundo a Sustainable Surf, só a fabricação de uma prancha pode emitir cerca de 270 kg de CO₂. Além disso, boa parte dos produtos viaja longas distâncias, aumentando ainda mais essas emissões.
Quando materiais não recicláveis são jogados fora sem cuidado, o problema cresce: o oceano, que é o coração do surf, acaba sofrendo. Questionar o ciclo de produção e consumo não é moda, é a única forma de garantir que as ondas continuem vivas para as próximas gerações.
Marcas que adotam práticas sustentáveis
Nos últimos anos, várias marcas mostraram que dá para unir performance e consciência ambiental. Isso inclui escolher matérias-primas recicladas, processos de baixo impacto e mais transparência na cadeia de produção.
A Vissla é um exemplo disso. A marca vem se destacando com iniciativas de upcycling, transformando resíduos têxteis e plásticos retirados do oceano em roupas e acessórios de alta performance. Também apoia projetos de conservação marinha e busca reduzir emissões em etapas de transporte e produção.
Patagônia e Outerknown seguem a mesma vibe, apostando em modelos de economia circular e divulgando seus impactos de forma aberta. Esse movimento mostra que sustentabilidade não é tendência passageira, é uma nova mentalidade dentro da comunidade do surf.
Quando um surfista apoia marcas comprometidas com o oceano, ele também participa dessa mudança e fortalece um mercado mais consciente.
Saiba mais sobre sustentabilidade no surf com a Vissla.
Como o surfista pode fazer a diferença
Mudanças simples no dia a dia já fazem diferença. Com o tempo, esses hábitos viram parte natural da rotina e ajudam a reduzir danos ao planeta.
Comprar menos e melhor, escolhendo qualidade em vez de quantidade, já é um primeiro passo importante, especialmente para fugir do fast fashion.
Cuidar dos equipamentos, reduzir plásticos e participar de mutirões de limpeza também entra nessa lista. O surfista é, de certa forma, um guardião do mar. Cuidar do oceano é cuidar do próprio estilo de vida.
Cuidados com equipamentos e roupas
Cuidar dos equipamentos é uma das formas mais simples de ser sustentável. Pequenos gestos prolongam a vida útil dos produtos e evitam descarte desnecessário.
Enxaguar prancha, leash e wetsuit em água doce depois da sessão remove o sal e a areia, que aceleram o desgaste dos materiais.
Evitar deixar as peças expostas ao sol por muito tempo também ajuda, já que os raios UV enfraquecem o neoprene e desbotam os tecidos.
Consertar pequenos rasgos e rachaduras antes que o dano aumente prolonga o uso e evita compras antecipadas. Além de economizar, você reduz seu impacto no planeta.
Dicas para descarte consciente
Quando o equipamento chega ao fim da vida útil, o descarte consciente fecha o ciclo de forma responsável.
Em vez de jogar pranchas, roupas de neoprene e acessórios no lixo comum, vale buscar programas de coleta e reciclagem oferecidos por marcas, ONGs e iniciativas ligadas ao surf.
Outra opção é doar itens em bom estado para escolas de surf ou projetos sociais, estendendo a vida útil do equipamento e ajudando novos surfistas. Também dá para reaproveitar materiais, decks, tecidos e outros componentes, em projetos de arte ou reformas.
O descarte incorreto vira poluição, gera microplásticos e prejudica os ecossistemas costeiros. Pesquise pontos de coleta, evite o lixo comum e faça parte dessa corrente de cuidado com o oceano.
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